Arquivos de maio, 2010
Consulte o Marcio Marino arquivo do blog no maio, 2010.
Consulte o Marcio Marino arquivo do blog no maio, 2010.
O ser humano tem o péssimo hábito de reclamar de suas atividades profissionais.
As empresas por sua vez investem muito pouco no treinamento de seus funcionários, em especial, naqueles que de alguma maneira lidam com o público.
Alguns dirigentes ainda confundem os novos treinamentos com auto ajuda. A auto ajuda está tão fora de moda que nenhuma livraria ou editora os quer em seus catálogos.
Nova Conciência é novo selo de uma editora bastante conhecida, que criou na intenção de editar livros com conteúdo que possam mudar a mentalidade humana, tão arraigada do egoísmo mórbido, na prepotência e orgulho.
Desemprego é um fenômeno mundial, cuja tendência é aumentar com o avanço de novas e necessárias tecnologias. Em nosso país onde um empregado gera 90% de seu salário em custos a sua empresa é de longe o país mais paternalista conhecido.
Em meu livro “A VINGANÇA DA NATUREZA ” existe uma frase que diz: As Plantas, nascem, crescem, vivem, se reproduzem e morrem. Por acaso os humanos têm vivido diferente? O que tenho notado é que a natureza humana só se diferencia das plantas de uma única maneira. Essas últimas servem aos humanos, animais e ao meio ambiente, diferentemente delas, esses só se diferenciam comendo e bebendo muito, sem servir a nada e ninguém. É necessário novos treinamentos profissionais onde se leve em conta a “Conciência Nova”.
Evidentemente existem exceções, ainda bem!
www.marciomarino.com.br
Quando criança fazíamos pegadinhas com o nome dos filmes. Quando perguntavam qual o nome do filme em cartaz dizíamos “Alface Oculta”, “Poeira em Alto Mar” e outros que considerávamos escruxulos. Hoje, adulto e conhecedor de alguns problemas ambientais sérios, vejo que a brincadeira da poeira não tinha nada de brincadeira. Temos poeira em toda a atmosfera, em quantidade preocupantes e em toda parte do planeta.
Tempestades de areia geradas no Saara do Chade empoeiram o mundo todo. Lá no país de origem o fenômeno chega a durar dias, complicando a vida das pessoas e gerando enormes prejuízos em todas as atividades humanas , e morte de animais. As poeiras do Chade são encontradas desde a Antártida até o Mar Glacial Ártico, passando por todos os picos nevados em todas as latitudes. No fundo dos mares encontramos microorganismos advindos dessas poeiras atacando corais e algas.
Com o aquecimento global e o aumento de áreas desérticas, teremos nuvens de poeiras de toda a África e de outros desertos, desde o Atacama até os da Mongólia.
O grande problema é que essas nuvens de poeira viajam pela atmosfera terrestre trazendo e levando vírus, bactérias e outros microorganismos de todas as espécies. As doenças estão sendo maos globalizadas que imaginamos.
omo éramos felizes quando garotos e desconhecíamos os danos causados por nossos pais e avós, que ignoravam problemas futuros causados por suas gerações! Sei hoje que o Saara já foi úmido até o século II a.C., sei também que temos que reverter uma série de fenômenos, que causamos por nossa
No mercado Tsukiji do Tóquio são leiloados todos os dias toneladas de pescados dos mais apreciados em todo o globo.
Se existe leilão é porque os peixes ali vendidos são raros. Melhor dizendo: os peixes dos oceanos ali leiloados são raros, pois estão em extinção. Se a oferta desses peixes fosse normal sua oferta não seria leiloada e sim vendida normalmente. Sabemos que 90% de todos os peixes grandes dos oceanos foram consumidos e que a partir de 2040 não existirá mais a profisão de pescador, pois nada mais terá a ser pescado.
Muito se fala em preservação, ambientalismo, conservação, sustentabilidade, poluição e outrostermos que podemos relacionar ao meio ambiente.
Muitas espécies vegetais e animais estão em extinção. Algumas como: gorilas, elefante asiático, rinoceronte negro, urso polar, bagre do Mekong, ararinha azul, peixe boi e uma série de seres vivos, estão no limiar da extinção.
Muito se fala em exploração sustentada, mas pouco se faz. As pessoas que realmente se interessam pela vida na Terra deveriam se alinhar e fiscalizar com rigidez, exigindo e auxiliando órgãos como a Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO).
No Brasil, pouco se faz em termos de fiscalização. Não podemos contar com órgãos governamentais com posições dúbias. Sugerimos que as iniciativas particulares fossem mais ajudadas. Uma boa idéia é nos alinharmos com a SOS Mata Atlântica, Fiscais da Natureza e outras, envolvidas seriamente com a preservação. Dexemos de lado nossas idéias e passemos a atitudes. Podemos usar a internet, protestos em locais propícios, manifestações pacíficas pressionando os responsáveis por decisões políticas e dirigentes de entidades internacionais. Se necessário devemos fiscalizar pessoalmente ou em grupo.
Se continuarmos como estamos, brevemente teremos um Planeta doente, sem vidas, frágil, com uma enorme população de miseráveis e doentes.
www.mundagua.com.br
O Império Maia estava localizado onde hoje estão: Hnduras, Guatemala, El Salvador e parte do México na península Yucatán. Os mais tinham o hábito de construir grandes cidades para celebração das cerimônias a seus Deuses. Nessas cidades residiam apenas dirigentes e sacerdotes. As cidades maias eram tomadas na época de suas festividades e rituais por grande multidão, composta entre 50 a 100 mil pessoas.
Para construírem suas cidades, no apogeu de sua civilização, entre os séculos VI a IX d.C consumiram grande parte de suas florestas. Exatamente como hoje, após devastarem as florestas, seu povo vivia essencialmente da agricultura, com o cultivo do milho, feijão, abóbora e pimenta exauriram suas terras, pois os animais da região se resumiam em perus e cachorros. Seus solos pouco profundos despensavam o uso do arado.
Além de solos pouco profundos e com a derrubada das matas, a produção de alimentos era muito sensível. Dependia de épocas boas de chuvas e da rotação entre a cultura e abandono de áreas tomadas por vegetação nativa, que ficavam em desuso para a posteridade voltarem a produzir.
Pesquisas modernas indicam que a civilização Maia desapareceu por falta de comida e pelo hábito arraigado da guerra, particularidade de sua cultura. Sabemos ainda, que o solo impermeável não permitia o acúmolo de água no subsolo, mas que era compensado por uma boa estrutura de conservação de águas pluviais, desenvolvida por seus sacerdotes, que eram também guardições de suas ciências. Todavia a civilização não suportou uma grande seca.
A história deveria servir de exemplo do que se deve e do que não se deve fazer. O legado dos Maias é de que guerras e desmatamentos só geram desgraças e mortes. Deixaram também a previsão dos desastres que ocorrerão no ano de 2012. Será que nossos dirigentes não percebem que a devastação da floresta Amazônica, cujo solo não é fértil, caminha para o mesmo fim?
www.marciomarino.com.br – Autor do Livro “A Vingança da Natureza”
Terminada a Segunda Feira Internacional de Equipamentos e Soluções para o Meio Ambiente (27 a 29 de abril de 2010), onde importantes informações e novas tecnologias foram apresentadas, é hora de se fazer o rescaldo.
O que podemos dizer sobre uma feira importante, que conclusões tirarmos, qual a contribuição do evento e o efeito causado em seus visitantes; em grande maioria estudantes?
Em primeiro lugar notamos a ausência de mais empresas de saneamento ou de meio ambiente do governo. A preocupação dos visitantes está em adquirir papelada, que mais tarde pode se transformar em pesquisa de sei interesse ou de sua empresa.
Muitas informações foram passadas, mas o aproveitamento dessas informações em ambiente muito concorrido, onde maior interesse das empresas é vender, os visitantes, em especial os estudantes, acabam não assimilando os novos e atualizados conceitos que deveria ser a tônica para a população. A maioria não percebe que antes de tudo a Feira é um Evento Comercial.
O pessoal da Mundagua participou do evento com a preocupação de divulgar suas palestras gratuitas e saber o que de novo temos no mercado.
Marque uma palestra gratuita em seu estabelecimento de ensino ou em sua ewmpresa. Conheça as reais necessidades de se trabalhar e estudar o meio ambiente.
www.mundagua.com.br – www.marciomarino.com.br