Arquivo da Categoria ‘Palestras’
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Por definição Ambientalista é aquele que estudao conjunto de forças e condições que cercam e influenciam os seres vivos e as coisas em geral.
Ecologista é aquele que estuda as relações que mantém os seres vivos entre si e o meio em que vivem.
Achamos que atualmente deveríamos ter uma nova definição para as pessoas que estudam os problemas do planeta, que estão mais complexos, sincronizados com fenômenos atmosféricos e cósmicos.
Raios Gama, X, radiações ultravioletas, infravermelhas, ondas eletromagnéticas, ondas de rádio, bombardeios de elementos cósmicos e neutrinos estão influenciando a Terra de maneira diferente da verificada nos últimos cem anos.
Nossos mares recebem grandes cargas de energia deletérias e nossas geleiras estão a derreter assustadoramente, acenando com o aumento do volume do mar. Tufões e furacões aparecem mais cedo e em lugares onde nunca existiram. Terremotos e erupções vulcânicas aumentam em volume e intensidade. As desertificações e suas poeiras nefastas, problemas com inundações, incêndios, secas inclementes, furacões e doenças epidemiológicas estão em todos os lugares.
A natureza representa harmonia e exemplos imortais. Onde não há harmonia não pode haver estabilidade nem saúde. Nós desestabilizamos o meio ambiente em que vivemos e teremos que restabelecer as destruições que começou com nossos bisavós, mas que colaboramos em muito pela decadência. Devastamos os mares, mas desconhecemos suas possibilidades, suas profundezase energia.
Sabemos apenas que os devastamos e exploramos de forma desordenada acabando com o que há de melhor em suas águas.
Devastamos nossas florestas, nosso meio ambiente, e transformamos nossos rios em puro esgoto; o lixo que produzimos se espalha por todas as partes, incluindo-se aí as profundezas dos oceanos que ainda conhecemos.
Será que as previsões para 2012 são apenas ficção e desconhecimento científico dos povos e até de cientistas sérios que as produziram? Não está na hora de nos juntarmos a pesquizadores do primeiro mundo e levarmos a sério os avisos que a natereza tem nos dado na última década? Se prestarmos atenção, verificaremos que realmente estamos caminhando para o colapso. Nossos oceanos estão aumentando e invadindo cidades, o número de erupções vulcânicas e terremotos estão mais violentos, furacões e tufões ocorrem por toda parte com aumento de seus ventos, secas e enchentes destruidoras aparecem todo dia na mídia a pedir ajuda a flagelados, incêndios descontrolados aparecem por toda a parte, o ar que respiramos está cheio de ácaros, vírus e outros microorganismos como jamais esteve, a saúde pública está comprometida e etc…
Não importa como os que se preocupam com a Natureza ou com as ocorrêcias desastrosas de todo o planeta. Alguma coisa precisa ser feita com urgência. É necessária e imprescindível a união de todod, trabalhando pela mitigação de problema gravíssimo, que em futuro próximo será de todos os habitantes do planeta.
marcio@marciomarino.com.br
marciomarino.com.br
O ser humano tem o péssimo hábito de reclamar de suas atividades profissionais.
As empresas por sua vez investem muito pouco no treinamento de seus funcionários, em especial, naqueles que de alguma maneira lidam com o público.
Alguns dirigentes ainda confundem os novos treinamentos com auto ajuda. A auto ajuda está tão fora de moda que nenhuma livraria ou editora os quer em seus catálogos.
Nova Conciência é novo selo de uma editora bastante conhecida, que criou na intenção de editar livros com conteúdo que possam mudar a mentalidade humana, tão arraigada do egoísmo mórbido, na prepotência e orgulho.
Desemprego é um fenômeno mundial, cuja tendência é aumentar com o avanço de novas e necessárias tecnologias. Em nosso país onde um empregado gera 90% de seu salário em custos a sua empresa é de longe o país mais paternalista conhecido.
Em meu livro “A VINGANÇA DA NATUREZA ” existe uma frase que diz: As Plantas, nascem, crescem, vivem, se reproduzem e morrem. Por acaso os humanos têm vivido diferente? O que tenho notado é que a natureza humana só se diferencia das plantas de uma única maneira. Essas últimas servem aos humanos, animais e ao meio ambiente, diferentemente delas, esses só se diferenciam comendo e bebendo muito, sem servir a nada e ninguém. É necessário novos treinamentos profissionais onde se leve em conta a “Conciência Nova”.
Evidentemente existem exceções, ainda bem!
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Quando criança fazíamos pegadinhas com o nome dos filmes. Quando perguntavam qual o nome do filme em cartaz dizíamos “Alface Oculta”, “Poeira em Alto Mar” e outros que considerávamos escruxulos. Hoje, adulto e conhecedor de alguns problemas ambientais sérios, vejo que a brincadeira da poeira não tinha nada de brincadeira. Temos poeira em toda a atmosfera, em quantidade preocupantes e em toda parte do planeta.
Tempestades de areia geradas no Saara do Chade empoeiram o mundo todo. Lá no país de origem o fenômeno chega a durar dias, complicando a vida das pessoas e gerando enormes prejuízos em todas as atividades humanas , e morte de animais. As poeiras do Chade são encontradas desde a Antártida até o Mar Glacial Ártico, passando por todos os picos nevados em todas as latitudes. No fundo dos mares encontramos microorganismos advindos dessas poeiras atacando corais e algas.
Com o aquecimento global e o aumento de áreas desérticas, teremos nuvens de poeiras de toda a África e de outros desertos, desde o Atacama até os da Mongólia.
O grande problema é que essas nuvens de poeira viajam pela atmosfera terrestre trazendo e levando vírus, bactérias e outros microorganismos de todas as espécies. As doenças estão sendo maos globalizadas que imaginamos.
omo éramos felizes quando garotos e desconhecíamos os danos causados por nossos pais e avós, que ignoravam problemas futuros causados por suas gerações! Sei hoje que o Saara já foi úmido até o século II a.C., sei também que temos que reverter uma série de fenômenos, que causamos por nossa
No mercado Tsukiji do Tóquio são leiloados todos os dias toneladas de pescados dos mais apreciados em todo o globo.
Se existe leilão é porque os peixes ali vendidos são raros. Melhor dizendo: os peixes dos oceanos ali leiloados são raros, pois estão em extinção. Se a oferta desses peixes fosse normal sua oferta não seria leiloada e sim vendida normalmente. Sabemos que 90% de todos os peixes grandes dos oceanos foram consumidos e que a partir de 2040 não existirá mais a profisão de pescador, pois nada mais terá a ser pescado.
Muito se fala em preservação, ambientalismo, conservação, sustentabilidade, poluição e outrostermos que podemos relacionar ao meio ambiente.
Muitas espécies vegetais e animais estão em extinção. Algumas como: gorilas, elefante asiático, rinoceronte negro, urso polar, bagre do Mekong, ararinha azul, peixe boi e uma série de seres vivos, estão no limiar da extinção.
Muito se fala em exploração sustentada, mas pouco se faz. As pessoas que realmente se interessam pela vida na Terra deveriam se alinhar e fiscalizar com rigidez, exigindo e auxiliando órgãos como a Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO).
No Brasil, pouco se faz em termos de fiscalização. Não podemos contar com órgãos governamentais com posições dúbias. Sugerimos que as iniciativas particulares fossem mais ajudadas. Uma boa idéia é nos alinharmos com a SOS Mata Atlântica, Fiscais da Natureza e outras, envolvidas seriamente com a preservação. Dexemos de lado nossas idéias e passemos a atitudes. Podemos usar a internet, protestos em locais propícios, manifestações pacíficas pressionando os responsáveis por decisões políticas e dirigentes de entidades internacionais. Se necessário devemos fiscalizar pessoalmente ou em grupo.
Se continuarmos como estamos, brevemente teremos um Planeta doente, sem vidas, frágil, com uma enorme população de miseráveis e doentes.
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O Império Maia estava localizado onde hoje estão: Hnduras, Guatemala, El Salvador e parte do México na península Yucatán. Os mais tinham o hábito de construir grandes cidades para celebração das cerimônias a seus Deuses. Nessas cidades residiam apenas dirigentes e sacerdotes. As cidades maias eram tomadas na época de suas festividades e rituais por grande multidão, composta entre 50 a 100 mil pessoas.
Para construírem suas cidades, no apogeu de sua civilização, entre os séculos VI a IX d.C consumiram grande parte de suas florestas. Exatamente como hoje, após devastarem as florestas, seu povo vivia essencialmente da agricultura, com o cultivo do milho, feijão, abóbora e pimenta exauriram suas terras, pois os animais da região se resumiam em perus e cachorros. Seus solos pouco profundos despensavam o uso do arado.
Além de solos pouco profundos e com a derrubada das matas, a produção de alimentos era muito sensível. Dependia de épocas boas de chuvas e da rotação entre a cultura e abandono de áreas tomadas por vegetação nativa, que ficavam em desuso para a posteridade voltarem a produzir.
Pesquisas modernas indicam que a civilização Maia desapareceu por falta de comida e pelo hábito arraigado da guerra, particularidade de sua cultura. Sabemos ainda, que o solo impermeável não permitia o acúmolo de água no subsolo, mas que era compensado por uma boa estrutura de conservação de águas pluviais, desenvolvida por seus sacerdotes, que eram também guardições de suas ciências. Todavia a civilização não suportou uma grande seca.
A história deveria servir de exemplo do que se deve e do que não se deve fazer. O legado dos Maias é de que guerras e desmatamentos só geram desgraças e mortes. Deixaram também a previsão dos desastres que ocorrerão no ano de 2012. Será que nossos dirigentes não percebem que a devastação da floresta Amazônica, cujo solo não é fértil, caminha para o mesmo fim?
www.marciomarino.com.br – Autor do Livro “A Vingança da Natureza”